"A passagem do tempo deve ser uma conquista e não uma pedra."
- Lya Luft (escritora)
O tempo é o único produto neste mundo, do qual cada indivíduo possui o mesmo quinhão.
Silfridge
" O FUTURO PERTENCE A AQUELES QUE ACREDITAM NA BELEZA DOS SEUS SONHOS e NÃO MEDEM ESFORÇOS FÍSICOS OU FINANCEIROS PARA CONQUISTÁ-LO
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
A MONTANHA DA VIDA!!!!!!!!!!!

A MONTANHA DA VIDA!!!!!!
A vida pode ser comparada à conquista de uma montanha.Como a vida, ela possui altos e baixos.Para ser conquistada, deve merecer detalhada observação, a fim de que a chegada ao topo se dê com sucesso.Todo alpinista sabe que deve ter equipamento apropriado.Quanto mais alta a montanha, maiores os cuidados e mais detalhados os preparativos.No momento da escalada, o início parece ser fácil.Quanto mais subimos, mais árduo vai se tornando o caminho.Chegando a uma primeira etapa, necessitamos de toda a força para prosseguir.O importante é perseguir o ideal: chegar ao topo.
À medida que subimos, o panorama que se descortina é maravilhoso.As paisagens se desdobram à vista, mostrando-nos o verde intenso das árvores, as rochas pontiagudas desafiando o céu.Lá embaixo, as casas dos homens tão pequenas…É dali, do alto, que percebemos que os nossos problemas, aqueles que já foram superados são do tamanho daquelas casinhas.Pode acontecer que um pequeno descuido nos faça perder o equilíbrio e rolamos montanha abaixo.Batemos com violência em algum arbusto e podemos ficar presos na frincha de uma pedra.É aí que precisamos de um amigo para nos auxiliar.Podemos estar machucados, feridos ao ponto de não conseguir, por nós mesmos, sair do lugar.O amigo vem e nos cura os ferimentos.
Estende-nos as mãos, puxa-nos e nos auxilia a recomeçar a escalada.Os pés e as mãos vão se firmando, a corda nos prende ao amigo que nos puxa para a subida.Na longa jornada, os espaços acima vão sendo conquistados dia a dia.Por vezes, o ar parece tão rarefeito que sentimos dificuldade para respirar.O que nos salva é o equipamento certo para este momento.Depois vêm as tempestades de neve, os ventos gélidos que são os problemas e as dificuldades que ainda não superamos.Se escorregamos numa ladeira de incertezas, podemos usar as nossas habilidades para parar e voltar de novo.Para a escalada da montanha da vida, é preciso aprender a subir e descer, cair e levantar, mas voltar sempre com a mesma coragem.Não desistir nunca de uma nova felicidade, uma nova caminhada, uma nova paisagem, até chegar ao topo da montanha.
Não é preciso estar no pico da montanha para se sentir o ar puro da manhã. Ela está presente na ponta da janela que se abre para um novo dia toda vez que o coração transpira pela ansiedade.Na sinfonia infinita da vida.Não é o mesmo que eu quero.Quero apenas sentir que a uma razão para viver quando se acorda a cada manhã.Ame a vida, pois na vida a alguém que ama você
À medida que subimos, o panorama que se descortina é maravilhoso.As paisagens se desdobram à vista, mostrando-nos o verde intenso das árvores, as rochas pontiagudas desafiando o céu.Lá embaixo, as casas dos homens tão pequenas…É dali, do alto, que percebemos que os nossos problemas, aqueles que já foram superados são do tamanho daquelas casinhas.Pode acontecer que um pequeno descuido nos faça perder o equilíbrio e rolamos montanha abaixo.Batemos com violência em algum arbusto e podemos ficar presos na frincha de uma pedra.É aí que precisamos de um amigo para nos auxiliar.Podemos estar machucados, feridos ao ponto de não conseguir, por nós mesmos, sair do lugar.O amigo vem e nos cura os ferimentos.
Estende-nos as mãos, puxa-nos e nos auxilia a recomeçar a escalada.Os pés e as mãos vão se firmando, a corda nos prende ao amigo que nos puxa para a subida.Na longa jornada, os espaços acima vão sendo conquistados dia a dia.Por vezes, o ar parece tão rarefeito que sentimos dificuldade para respirar.O que nos salva é o equipamento certo para este momento.Depois vêm as tempestades de neve, os ventos gélidos que são os problemas e as dificuldades que ainda não superamos.Se escorregamos numa ladeira de incertezas, podemos usar as nossas habilidades para parar e voltar de novo.Para a escalada da montanha da vida, é preciso aprender a subir e descer, cair e levantar, mas voltar sempre com a mesma coragem.Não desistir nunca de uma nova felicidade, uma nova caminhada, uma nova paisagem, até chegar ao topo da montanha.
Não é preciso estar no pico da montanha para se sentir o ar puro da manhã. Ela está presente na ponta da janela que se abre para um novo dia toda vez que o coração transpira pela ansiedade.Na sinfonia infinita da vida.Não é o mesmo que eu quero.Quero apenas sentir que a uma razão para viver quando se acorda a cada manhã.Ame a vida, pois na vida a alguém que ama você
A AUSENTE
A AUSENTE
Há várias espécies de dores capazes de
atingir os corações humanos.Qual a mais intensa?
Parece-nos ser aquela que estamos
sentindo no momento.
Temos o costume de esquecer
o passado e valorizar o sentimento presente
como se nada de pior já tivesse acontecido,
ou pudesse vir a acontecer.
Isso é uma tendência muito
natural do ser humano.
Mesmo assim,
existem sofrimentos que se distinguem dos outros,
e assumem perante a maioria das criaturas
uma condição de maior gravidade.A morte de um ser querido,
por exemplo.
Não há quem não se comova, sofra,
sinta verdadeiramente quando um
ser amado abandona o envoltório corporal
e parte para outro plano da vida.
Pouco importa se a morte foi repentina,
ou não; se foi violenta,
ou serena.
Não interessa se aquele que partiu já
contava com avançada idade,
ou se ainda era jovem.
Não há como mensurar essa
espécie de dor.
E cada um a sente, e reage a ela,
de forma diversa.Há aqueles que se entregam,
blasfemam e se revoltam.
Há outros que choram,
mas que aceitam,
envolvendo suas dores no bálsamo
da prece e da fé.
Há, ainda,
os que buscam modos nobres e belos
para render novas homenagens àqueles
que já se foram.
Assim parece-nos ter agido o
poeta Augusto Frederico Schmidt,
que toca nossos corações com
os seguintes versos:
"Os que se vão, vão depressa,Ontem, ainda, sorria na espreguiçadeira.Ontem dizia adeus, ainda da janela.Ontem vestia, ainda,
o vestido tão leve cor-de-rosa.
Os que se vão, vão depressa.Seus olhos grandes e pretos, há pouco,
brilhavam.
Sua voz doce e firme faz pouco ainda falava.Suas mãos morenas tinham gestos de bênçãos.No entanto hoje, na festa,
ela não estava.
Nem um vestígio dela, sequer.Decerto sua lembrança nem chegou,
como os convidados,Alguns, quase todos,
indiferentes e desconhecidos.
Os que se vão, vão depressa.Mais depressa que os pássaros
que passam no céu,Mais depressa que o próprio tempo,Mais depressa que a bondade dos homens,Mais depressa que os trens correndo,
nas noites escuras,Mais depressa que a estrela fugitiva que
mal faz traço no céu.
Os que se vão, vão depressa.Só no coração do poeta,
que é diferente dos outros corações,Só no coração sempre ferido do poetaÉ que não vão depressa os que se vão.
Ontem ainda sorria na espreguiçadeira,E seu coração era grande e infeliz.Hoje, na festa ela não estava,
nem sua lembrança.Vão depressa,
tão depressa os que se vão ..."
* * * * *
Não permita que sua dor,
seja ela causada pelo motivo que for,
o impeça de perceber a beleza de cada momento.
Não deixe que suas lágrimas,
por mais sentidas e justas que sejam,
turvem sua visão,
impossibilitando que seus olhos vejam a vida
com clareza e serenidade.
Dedique aos amores que partiram
pensamentos otimistas e repletos de
confiança no reencontro futuro,
sem desespero nem revolta.
Se hoje, na sua rotina,
pareceu-lhe que ninguém notou a dor
que lhe invadia intensamente o peito,
saiba que nada,
nem mesmo nossas angústias,
passam despercebidas ao Pai.
Confie, persista e prossiga, sempre.
Há várias espécies de dores capazes de
atingir os corações humanos.Qual a mais intensa?
Parece-nos ser aquela que estamos
sentindo no momento.
Temos o costume de esquecer
o passado e valorizar o sentimento presente
como se nada de pior já tivesse acontecido,
ou pudesse vir a acontecer.
Isso é uma tendência muito
natural do ser humano.
Mesmo assim,
existem sofrimentos que se distinguem dos outros,
e assumem perante a maioria das criaturas
uma condição de maior gravidade.A morte de um ser querido,
por exemplo.
Não há quem não se comova, sofra,
sinta verdadeiramente quando um
ser amado abandona o envoltório corporal
e parte para outro plano da vida.
Pouco importa se a morte foi repentina,
ou não; se foi violenta,
ou serena.
Não interessa se aquele que partiu já
contava com avançada idade,
ou se ainda era jovem.
Não há como mensurar essa
espécie de dor.
E cada um a sente, e reage a ela,
de forma diversa.Há aqueles que se entregam,
blasfemam e se revoltam.
Há outros que choram,
mas que aceitam,
envolvendo suas dores no bálsamo
da prece e da fé.
Há, ainda,
os que buscam modos nobres e belos
para render novas homenagens àqueles
que já se foram.
Assim parece-nos ter agido o
poeta Augusto Frederico Schmidt,
que toca nossos corações com
os seguintes versos:
"Os que se vão, vão depressa,Ontem, ainda, sorria na espreguiçadeira.Ontem dizia adeus, ainda da janela.Ontem vestia, ainda,
o vestido tão leve cor-de-rosa.
Os que se vão, vão depressa.Seus olhos grandes e pretos, há pouco,
brilhavam.
Sua voz doce e firme faz pouco ainda falava.Suas mãos morenas tinham gestos de bênçãos.No entanto hoje, na festa,
ela não estava.
Nem um vestígio dela, sequer.Decerto sua lembrança nem chegou,
como os convidados,Alguns, quase todos,
indiferentes e desconhecidos.
Os que se vão, vão depressa.Mais depressa que os pássaros
que passam no céu,Mais depressa que o próprio tempo,Mais depressa que a bondade dos homens,Mais depressa que os trens correndo,
nas noites escuras,Mais depressa que a estrela fugitiva que
mal faz traço no céu.
Os que se vão, vão depressa.Só no coração do poeta,
que é diferente dos outros corações,Só no coração sempre ferido do poetaÉ que não vão depressa os que se vão.
Ontem ainda sorria na espreguiçadeira,E seu coração era grande e infeliz.Hoje, na festa ela não estava,
nem sua lembrança.Vão depressa,
tão depressa os que se vão ..."
* * * * *
Não permita que sua dor,
seja ela causada pelo motivo que for,
o impeça de perceber a beleza de cada momento.
Não deixe que suas lágrimas,
por mais sentidas e justas que sejam,
turvem sua visão,
impossibilitando que seus olhos vejam a vida
com clareza e serenidade.
Dedique aos amores que partiram
pensamentos otimistas e repletos de
confiança no reencontro futuro,
sem desespero nem revolta.
Se hoje, na sua rotina,
pareceu-lhe que ninguém notou a dor
que lhe invadia intensamente o peito,
saiba que nada,
nem mesmo nossas angústias,
passam despercebidas ao Pai.
Confie, persista e prossiga, sempre.
A parábola da rosa

A parábola da rosa
Um certo homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente e, antes que ela desabrochasse, ele a examinou. Ele viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou: "Como pode uma bela flor vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?"Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa, e, antes que estivesse pronta para desabrochar, ela morreu.Assim é com muitas pessoas. Dentro de cada alma há uma rosa: as qualidades dadas por Deus e plantadas em nós crescendo em meio aos espinhos de nossas faltas. Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos.Nós nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nosso interior. Nós nos recusamos a regar o bem dentro de nós, e, consequentemente, isso morre.
Nós nunca percebemos o nosso potencial. Algumas pessoas não vêem a rosa dentro delas mesmas; Alguém mais deve mostrá-la a elas.Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas. Esta é a característica do amor -- olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras faltas.Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajuda-a a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições.Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa, Elas superarão seus próprios espinhos. Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.
Nós nunca percebemos o nosso potencial. Algumas pessoas não vêem a rosa dentro delas mesmas; Alguém mais deve mostrá-la a elas.Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas. Esta é a característica do amor -- olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras faltas.Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajuda-a a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições.Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa, Elas superarão seus próprios espinhos. Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.
sábado, 27 de setembro de 2008
Convivência
Convivência
Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo esta situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente.
Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que forneciam calor. E, por isso, tornavam a se afastar uns dos outros.
Voltaram a morrer congelados e precisavam fazer uma escolha: Desapareceriam da face da Terra ou aceitavam os espinhos do semelhante.
Com sabedoria, decidiram voltar e ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
Sobreviveram!
MORAL DA HISTÓRIA:
''O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aceita os defeitos do outro, e consegue perdão pelos próprios defeitos.''
Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo esta situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente.
Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que forneciam calor. E, por isso, tornavam a se afastar uns dos outros.
Voltaram a morrer congelados e precisavam fazer uma escolha: Desapareceriam da face da Terra ou aceitavam os espinhos do semelhante.
Com sabedoria, decidiram voltar e ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
Sobreviveram!
MORAL DA HISTÓRIA:
''O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aceita os defeitos do outro, e consegue perdão pelos próprios defeitos.''
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
O AMULETO

O amuleto
Um granjeiro pediu certa vez a um sábio, que o ajudasse a melhorar sua granja, que tinha baixo rendimento. O sábio escreveu algo em um pedaço de papel ecolocou em uma caixa, que fechou e entregou ao granjeiro, dizendo: "Leva esta caixa por todos os lados da sua granja, três vezes ao dia, durante umano."Assim fez o granjeiro. Pela manhã, ao ir ao campo segurando a caixa, encontrouum empregado dormindo, quando deveria estar trabalhando. Acordou-o e chamousua atenção. Ao meio dia, quando foi ao estábulo, encontrou o gado sujo e oscavalos sem alimentar. E à noite, indo à cozinha com a caixa, deu-se conta deque o cozinheiro estava desperdiçando os gêneros.
A partir daí, todos os dias ao percorrer sua granja, de um lado para o outro, com seu amuleto, encontrava coisas que deveriam ser corrigidas. Ao final do ano, voltou a encontrar o sábio e lhe disse : "Deixa esta caixa comigo por mais um ano; minha granja melhorou o rendimento desde que estou com o amuleto."O sábio riu e, abrindo a caixa, disse: - "Podes ter este amuleto pelo resto da sua vida."No papel havia escrito a seguinte frase:"Se queres que as coisas melhorem deves acompanhá-las constantemente".
A partir daí, todos os dias ao percorrer sua granja, de um lado para o outro, com seu amuleto, encontrava coisas que deveriam ser corrigidas. Ao final do ano, voltou a encontrar o sábio e lhe disse : "Deixa esta caixa comigo por mais um ano; minha granja melhorou o rendimento desde que estou com o amuleto."O sábio riu e, abrindo a caixa, disse: - "Podes ter este amuleto pelo resto da sua vida."No papel havia escrito a seguinte frase:"Se queres que as coisas melhorem deves acompanhá-las constantemente".
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Sucesso

20 DICAS PARA O SUCESSO
I -
Elogie 3 pessoas por dia.
Elogie 3 pessoas por dia.
II -
Tenha um aperto de mão firme.
Tenha um aperto de mão firme.
III -
Olhe as pessoas nos olhos.
Olhe as pessoas nos olhos.
IV -
Gaste menos do que ganha.
Gaste menos do que ganha.
V -
Saíba perdoar a si e aos outros.
VI -
Trate os outros como gostaria de ser tratado.
Saíba perdoar a si e aos outros.
VI -
Trate os outros como gostaria de ser tratado.
VII -
Faça novos amigos.
Faça novos amigos.
VIII -
Saíba guardar segredos.
Saíba guardar segredos.
IX -
Não adie uma alegria.
Não adie uma alegria.
X -
Surpreenda aqueles que você ama com presentes inesperados.
Surpreenda aqueles que você ama com presentes inesperados.
XI -
Sorria.
Sorria.
XII -
Aceite uma mão estendida.
Aceite uma mão estendida.
XIII -
Pague suas contas em dia.
Pague suas contas em dia.
XIV -
Não reze para pedir coisas. Reze para agradecer e pedir sabedoria e coragem.
Não reze para pedir coisas. Reze para agradecer e pedir sabedoria e coragem.
XV -
Dê às pessoas uma segunda chance.
Dê às pessoas uma segunda chance.
XVI -
Não tome nenhuma decisão quando estiver cansado ou nervoso.
Não tome nenhuma decisão quando estiver cansado ou nervoso.
XVII -
Respeite todas as coisas vivas, especialmente as indefesas.
Respeite todas as coisas vivas, especialmente as indefesas.
XVIII -
Dê o melhor de si no seu trabalho. Tenha prazer em fazer bem feito.
Dê o melhor de si no seu trabalho. Tenha prazer em fazer bem feito.
XIX -
Seja humilde, principalmente nas vitórias.
Seja humilde, principalmente nas vitórias.
XX -
Jamais prive uma pessoa de esperança. Pode ser que ela só tenha isso.
Jamais prive uma pessoa de esperança. Pode ser que ela só tenha isso.
Autor desconhecido
Assinar:
Postagens (Atom)