Por que as pessoas gritam???
(Mahatma Gandhi)
Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
"Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?"
"Gritamos porque perdemos a calma", disse um deles.
"Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?
" Questionou novamente o pensador.
"Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar:
"Então não é possível falar-lhe em voz baixa?
" Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu:
"Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?
" O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus coraões se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?
Elas não gritam.
Falam suavemente.
E por quê?
Porque seus coraões estão muito perto.
A distância entre elas é pequena.
Às vezes estão tão próximos seus coraões, que nem falam, somente sussurram.
Equando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus coraões se entendem
. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
"Quando vocês discutirem, não deixem que seus coraões se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".
" O FUTURO PERTENCE A AQUELES QUE ACREDITAM NA BELEZA DOS SEUS SONHOS e NÃO MEDEM ESFORÇOS FÍSICOS OU FINANCEIROS PARA CONQUISTÁ-LO
quarta-feira, 23 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Gestão por Resultado
(Ótima).
Em uma cidade do interior, viviam duas
mulheres que tinham o mesmo nome: Flávia.
Uma era freira e a outra, taxista.
Quis o destino, que morressem no mesmo dia.
Quando chegaram ao céu, São Pedro esperava-as.
- O teu nome?
- Flávia - A freira?
- Não, a taxista.
São Pedro consulta as suas notas e diz:
- Bem, ganhastes o paraíso.
Leva esta túnica com "fios de ouro"
. Pode entrar. A seguir...
- O teu nome?
- Flávia
- A freira?
- Sim, eu mesmo.
- Bem, ganhastes o paraíso.
Leva esta túnica de "linho".
Pode entrar. A religiosa diz:
- Desculpe, mas deve haver algum engano.
Eu sou Flávia, a freira!
- Sim, minha filha, e ganhastes o paraíso.
Leva esta túnica de linho.
- Não pode ser! Eu conheço a outra, Senhor.
Era taxista, vivia na minha cidade e era um desastre!
Subia as calçadas, batia com o carro
todos os dias, conduzia pessimamente e assustava as pessoas.
Nunca mudou, apesar das multas e repreensões policiais.
E quanto a mim, passei 65 anos pregando todos os domingos na paróquia.
Como é que ela recebe a túnica com fios de ouro e eu esta?
- Não há nenhum engano
- diz São Pedro.
- É que, aqui no céu, adotamos uma gestão
mais profissional do que a de vocês lá na Terra...
- Não entendo!
- disse a Freira.
- Eu explico:
Já ouviu falar de GESTÃO DE RESULTADOS?
Agora nos orientamos por objetivos, e
observamos que nos últimos anos, cada
vez que tu pregavas, as pessoas dormiam.
E cada vez que ela conduzia o táxi, as pessoas rezavam!!
Resultado é o que importa!
(Ótima).
Em uma cidade do interior, viviam duas
mulheres que tinham o mesmo nome: Flávia.
Uma era freira e a outra, taxista.
Quis o destino, que morressem no mesmo dia.
Quando chegaram ao céu, São Pedro esperava-as.
- O teu nome?
- Flávia - A freira?
- Não, a taxista.
São Pedro consulta as suas notas e diz:
- Bem, ganhastes o paraíso.
Leva esta túnica com "fios de ouro"
. Pode entrar. A seguir...
- O teu nome?
- Flávia
- A freira?
- Sim, eu mesmo.
- Bem, ganhastes o paraíso.
Leva esta túnica de "linho".
Pode entrar. A religiosa diz:
- Desculpe, mas deve haver algum engano.
Eu sou Flávia, a freira!
- Sim, minha filha, e ganhastes o paraíso.
Leva esta túnica de linho.
- Não pode ser! Eu conheço a outra, Senhor.
Era taxista, vivia na minha cidade e era um desastre!
Subia as calçadas, batia com o carro
todos os dias, conduzia pessimamente e assustava as pessoas.
Nunca mudou, apesar das multas e repreensões policiais.
E quanto a mim, passei 65 anos pregando todos os domingos na paróquia.
Como é que ela recebe a túnica com fios de ouro e eu esta?
- Não há nenhum engano
- diz São Pedro.
- É que, aqui no céu, adotamos uma gestão
mais profissional do que a de vocês lá na Terra...
- Não entendo!
- disse a Freira.
- Eu explico:
Já ouviu falar de GESTÃO DE RESULTADOS?
Agora nos orientamos por objetivos, e
observamos que nos últimos anos, cada
vez que tu pregavas, as pessoas dormiam.
E cada vez que ela conduzia o táxi, as pessoas rezavam!!
Resultado é o que importa!
sábado, 5 de junho de 2010
O ócio é um grande companheiro

O ócio é um grande companheiro
Tomar um banho sem pressa, deitar, fechar os olhos, ouvir uma boa música são excelentes modos de descontrair e aliviar a tensão.
Dedicar-se à leitura de um livro interessante, assistir a um filme em casa ou no cinema , preparar uma refeiçãozinha caprichada e especial ou jantar fora, ligar para um amigo que não visitado há tempos, desenhar, pintar, colecionar selos, escrever, entregar-se à modelagem, ou seja lá o que você gosta de fazer... As possibilidade são inúmeras.
Caso você não saiba exatamente o que fazer, depois de arranjar um tempo livre, faça o óbvio: tentativas. Lembre-se de alguma atividade de que gostava na infância, quando adolescente, na época da faculdade,... e procure retomá-la.
Além do benefício orgânico, você terá o benefício psicológico de estar resgatando sua própria história.
Além do benefício orgânico, você terá o benefício psicológico de estar resgatando sua própria história.
Muitas lembranças virão, e revivê-las, mesmo as mais dolorosas, ajuda no auto conhecimento, na auto avaliação, na consolidação ou na transformação de referenciais.
Cultive um hobby.
Faça dele seu parceiro de ócio, das brincadeiras, no momento mágico de deixar de levar a vida tão a sério.
Além de relaxar e dar prazer, o hobby funciona como uma ginástica mental... ajuda a prevenir o envelhecimento... Enfim, ocupe-se com o que lhe faz bem.
Cultive pensamentos positivos, faça coisas construtivas, boas para a sua vida. Dê-se esse presente.
Você merece.
Dr. Artur Zular
terça-feira, 25 de maio de 2010
Tesouro de Bresa
Houve outrora, na Babilônia, um pobre e modesto alfaiate chamado Enedim, homem inteligente e trabalhador, que não perdia a esperança de vir a ser riquíssimo.
Como e onde, no entanto, encontrar um tesouro fabuloso e tornar-se, assim, rico e poderoso?
Um dia, parou na porta de sua humilde casa um velho mercador da Fenícia, que vendia uma infinidade de objetos extravagantes.
Por curiosidade, Enedim começou a examinar as bugigangas oferecidas, quando descobriu, entre elas, uma espécie de livro de muitas folhas, onde se viam caracteres estranhos e desconhecidos. Era uma preciosidade aquele livro, afirmava o mercador, e custava apenas três dinares. Era muito dinheiro para o pobre alfaiate, razão pela qual o mercador concordou em vender-lhe o livro por apenas dois dinares.
Logo que ficou sozinho, Enedim tratou de examinar, sem demora, o bem que havia adquirido.
E qual não foi sua surpresa quando conseguiu decifrar, na primeira página, a seguinte legenda: "O segredo do tesouro de Bresa." Que tesouro seria esse?
Enedim recordava vagamente de já ter ouvido qualquer referência a ele, mas não se lembrava onde, nem quando.
Mais adiante decifrou: "O tesouro de Bresa, enterrado pelo gênio do mesmo nome entre as montanhas do Harbatol, foi ali esquecido, e ali se acha ainda, até que algum homem esforçado venha encontrá-lo.
" Muito interessado, o esforçado tecelão dispôs-se a decifrar todas as páginas daquele livro, para apoderar-se de tão fabuloso tesouro.
Mas, as primeiras páginas eram escritas em caracteres de vários povos, o que fez com que Enedim estudasse os hieróglifos egípcios, a língua dos gregos, os dialetos persas e o idioma dos judeus.
Em função disso, ao final de três anos Enedim deixava a profissão de alfaiate e passava a ser o intérprete do rei, pois não havia na região ninguém que soubesse tantos idiomas estrangeiros. Passou a ganhar muito mais e a viver em uma confortável casa.
Continuando a ler o livro, encontrou várias páginas cheias de cálculos, números e figuras. Para entender o que lia, estudou matemática com os calculistas da cidade e, em pouco tempo, tornou-se grande conhecedor das transformações aritméticas.
Graças aos novos conhecimentos, calculou, desenhou e construiu uma grande ponte sobre o rio Eufrates, o que fez com que o rei o nomeasse prefeito.
Ainda por força da leitura do livro, Enedim estudou profundamente as leis e princípios religiosos de seu país, sendo nomeado primeiro-ministro daquele reino, em decorrência de seu vasto conhecimento.
Passou a viver em suntuoso palácio e recebia visitas dos príncipes mais ricos e poderosos do mundo.
Graças ao seu trabalho e ao seu conhecimento, o reino progrediu rapidamente, trazendo riquezas e alegria para todo seu povo.
No entanto, ainda não conhecia o segredo de Bresa, apesar de ter lido e relido todas as páginas do livro.
Certa vez, então, teve a oportunidade de questionar um venerando sacerdote a respeito daquele mistério, que sorrindo esclareceu:
- O tesouro de Bresa já está em seu poder, pois graças ao livro você adquiriu grande saber, que lhe proporcionou os invejáveis bens que possui.
Afinal, Bresa significa "saber"... Com estudo e trabalho pode o homem conquistar tesouros inimagináveis.
O tesouro de Bresa é o saber, que qualquer homem esforçado pode alcançar, por meio dos bons livros, que possibilitam "tesouros encantados" àqueles que se dedicam aos estudos com amor e tenacidade.
Houve outrora, na Babilônia, um pobre e modesto alfaiate chamado Enedim, homem inteligente e trabalhador, que não perdia a esperança de vir a ser riquíssimo.
Como e onde, no entanto, encontrar um tesouro fabuloso e tornar-se, assim, rico e poderoso?
Um dia, parou na porta de sua humilde casa um velho mercador da Fenícia, que vendia uma infinidade de objetos extravagantes.
Por curiosidade, Enedim começou a examinar as bugigangas oferecidas, quando descobriu, entre elas, uma espécie de livro de muitas folhas, onde se viam caracteres estranhos e desconhecidos. Era uma preciosidade aquele livro, afirmava o mercador, e custava apenas três dinares. Era muito dinheiro para o pobre alfaiate, razão pela qual o mercador concordou em vender-lhe o livro por apenas dois dinares.
Logo que ficou sozinho, Enedim tratou de examinar, sem demora, o bem que havia adquirido.
E qual não foi sua surpresa quando conseguiu decifrar, na primeira página, a seguinte legenda: "O segredo do tesouro de Bresa." Que tesouro seria esse?
Enedim recordava vagamente de já ter ouvido qualquer referência a ele, mas não se lembrava onde, nem quando.
Mais adiante decifrou: "O tesouro de Bresa, enterrado pelo gênio do mesmo nome entre as montanhas do Harbatol, foi ali esquecido, e ali se acha ainda, até que algum homem esforçado venha encontrá-lo.
" Muito interessado, o esforçado tecelão dispôs-se a decifrar todas as páginas daquele livro, para apoderar-se de tão fabuloso tesouro.
Mas, as primeiras páginas eram escritas em caracteres de vários povos, o que fez com que Enedim estudasse os hieróglifos egípcios, a língua dos gregos, os dialetos persas e o idioma dos judeus.
Em função disso, ao final de três anos Enedim deixava a profissão de alfaiate e passava a ser o intérprete do rei, pois não havia na região ninguém que soubesse tantos idiomas estrangeiros. Passou a ganhar muito mais e a viver em uma confortável casa.
Continuando a ler o livro, encontrou várias páginas cheias de cálculos, números e figuras. Para entender o que lia, estudou matemática com os calculistas da cidade e, em pouco tempo, tornou-se grande conhecedor das transformações aritméticas.
Graças aos novos conhecimentos, calculou, desenhou e construiu uma grande ponte sobre o rio Eufrates, o que fez com que o rei o nomeasse prefeito.
Ainda por força da leitura do livro, Enedim estudou profundamente as leis e princípios religiosos de seu país, sendo nomeado primeiro-ministro daquele reino, em decorrência de seu vasto conhecimento.
Passou a viver em suntuoso palácio e recebia visitas dos príncipes mais ricos e poderosos do mundo.
Graças ao seu trabalho e ao seu conhecimento, o reino progrediu rapidamente, trazendo riquezas e alegria para todo seu povo.
No entanto, ainda não conhecia o segredo de Bresa, apesar de ter lido e relido todas as páginas do livro.
Certa vez, então, teve a oportunidade de questionar um venerando sacerdote a respeito daquele mistério, que sorrindo esclareceu:
- O tesouro de Bresa já está em seu poder, pois graças ao livro você adquiriu grande saber, que lhe proporcionou os invejáveis bens que possui.
Afinal, Bresa significa "saber"... Com estudo e trabalho pode o homem conquistar tesouros inimagináveis.
O tesouro de Bresa é o saber, que qualquer homem esforçado pode alcançar, por meio dos bons livros, que possibilitam "tesouros encantados" àqueles que se dedicam aos estudos com amor e tenacidade.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
"PESSOAS INTELIGENTES"
Arnaldo Jabor
Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 REIS e outra menor, de 2.000 REIS.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
'Eu sei' - respondeu o tolo assim:
'Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda'
Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
A quarta e mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos. ----------
Moral da História...
'O maior prazer de uma pessoa inteligente é bancar o idiota, diante de um idiota que banca o inteligente'.
Arnaldo Jabor
Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 REIS e outra menor, de 2.000 REIS.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
'Eu sei' - respondeu o tolo assim:
'Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda'
Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
A quarta e mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos. ----------
Moral da História...
'O maior prazer de uma pessoa inteligente é bancar o idiota, diante de um idiota que banca o inteligente'.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
SAL GROSSO
O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma
mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
- "Qual é o gosto?"
perguntou o Mestre.
- "Ruim " disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse
outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem
jogou o sal no lago, então o velho disse:
- "Beba um pouco dessa água".
Enquanto a água escorria do queixo
do jovem, o Mestre perguntou:
- "Qual é o gosto?"
- "Bom!" disse o rapaz .
- Você sente gosto do "sal"
perguntou o Mestre?
- "Não" disse o jovem.
O Mestre então sentou
ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:
"- A dor na vida de uma pessoa não muda.
Mas o sabor da dor depende do lugar onde a colocamos.
Então quando você sentir dor, a única
coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas.
Deixe de ser um copo. Torne-se um lago... "
O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma
mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
- "Qual é o gosto?"
perguntou o Mestre.
- "Ruim " disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse
outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem
jogou o sal no lago, então o velho disse:
- "Beba um pouco dessa água".
Enquanto a água escorria do queixo
do jovem, o Mestre perguntou:
- "Qual é o gosto?"
- "Bom!" disse o rapaz .
- Você sente gosto do "sal"
perguntou o Mestre?
- "Não" disse o jovem.
O Mestre então sentou
ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:
"- A dor na vida de uma pessoa não muda.
Mas o sabor da dor depende do lugar onde a colocamos.
Então quando você sentir dor, a única
coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas.
Deixe de ser um copo. Torne-se um lago... "
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