segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Nosso Medo

Nosso Medo

Nosso medo mais profundo não é o de sermos inadequados. Nosso medo mais profundo é que somos poderosos além de qualquer medida. É a nossa luz, não as nossas trevas, o que mais nos apavora. Nós nos perguntamos: quem sou eu para ser brilhante, maravilhoso, talentoso e fabuloso? Na realidade, quem é você para não ser? Você é filho do Universo. Se você se fazer de pequeno não ajuda o mundo, não há iluminação em se encolher para que os outros não se sintam inseguros quando estiverem perto de você. Nascemos para manifestar a glória do Universo que está dentro de nós. Não está apenas em um de nós, está em todos nós. Conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo. Quando nos libertamos do nosso medo, nossa presença automaticamente libera os outros. Livre-se dos seus medos e vá ao encontro da sua tão sonhada FELICIDADE!

Nelson Mandela

Muita energia positiva para você.

Os não ditos...


Os não ditos...

As palavras às vezes cortam como uma faca
e de maneira irrefletida ferimos os outros,
mesmo se os amamos,
sem que haja retorno.

Conscientes disso
é que em muitos dos casos,
nos calamos,
quando tudo o que pensamos
e sentimos nos queima por dentro.

Essas coisas são
os não ditos
das relações e da vida.

As palavras que não dizemos,
mas não enterramos também,
estão sempre entre nosso coração
e nossa garganta e nos ferem interiormente.

São opções que fazemos,
seja para não machucar outras pessoas,
seja, simplesmente,
pela falta de coragem de sermos nós,
inteiros e límpidos.

A comunicação é
a base de todo relacionamento saudável.
Pessoas que se amam,
que seja na amizade,
no amor ou nas relações familiares,
devem estar prontas para serem quem são,
para perdoar e receber perdão.

Não nos calaríamos tanto se soubéssemos
que o outro nos ouviria com a alma,
nos entenderia e continuaria a nos amar,
apesar de tudo.

Mas as pessoas,
por mais maduras que pareçam,
nem sempre estão prontas para ouvir as verdades,
se essas forem doloridas.

Assim são criadas as relações superficiais,
onde pensamos tanto e falamos de menos,
onde sentimos e sufocamos.

Nos falta um pouco de humildade
para aceitar nossa imperfeição,
aceitar que o outro possa não gostar
de algo em nós e ter o direito de dizê-lo.

Nos falta a ousadia de sermos nós,
sem essa máscara que nos torna bonitos
por fora e doentes por dentro.

A comunicação na boa hora,
com as palavras escolhidas e certas,
concertaria muitos relacionamentos,
sararia muitas almas,
tornaria as pessoas mais verdadeiras
e mais bonitas.

Sabemos que as pessoas nos amam
quando nos conhecem profundamente,
intimamente e continuam nos amando.
Quando com elas temos a liberdade
e coragem de dizer:
isso eu sinto, isso eu sou.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Momentos de felicidade

Momentos de felicidade


A capacidade de ter (e de expressar) gratidão é uma das características das pessoas felizes. Elas nunca se consideram credoras da ajuda e da consideração dos que as cercam. E sabem ser gratas aos parentes, pelo carinho; aos cônjuges, pelo amor; e aos amigos, pela amizade manifestada. Victor Hugo constatou, em um de seus livros, que “os infelizes são ingratos”. E arremata: “a ingratidão faz parte da infelicidade deles”.
Temos tantos e tão variados motivos de gratidão bastando, para identificá-los, olharmos atentamente ao nosso redor. Devemos ser gratos a Deus, pela oportunidade da vida; aos nossos pais, pelos desvelos na nossa criação e pelos princípios que nos transmitiram, e à natureza, por nos proporcionar todos os recursos que asseguram nossa sobrevivência. Agindo assim, já teremos dado um grande passo para sermos felizes. Afinal, a felicidade não se acha por aí, mas se conquista, com sensibilidade e sabedoria. E com reconhecimento das coisas boas que nos acontecem e com a conseqüente gratidão, por termos esse privilégio.
Um dos maiores pecados que uma pessoa pode cometer, se não o maior de todos, é o de não ser feliz. É o de alimentar rancores, inveja, cobiça e egoísmo, em detrimento dos sentimentos nobres, das emoções sadias e dos atos de grandeza. A felicidade, ao contrário do que muitos pensam, não consiste na posse de bens materiais e nem na companhia de pessoas que os sirvam e bajulem. Estes até podem contribuir para que sejamos felizes, mas, sozinhos, não nos proporcionam essa desejada bem-aventurança. A felicidade não é nada concreto, visível ou palpável, mas um conceito, uma postura, um comportamento.
Há pessoas que a deixam de usufruir, por não a saberem sequer identificar, quanto mais valorizar o que de bom a vida lhes proporciona. Contam, por exemplo, com uma família unida e amorosa; são cercadas de afeto de múltiplos amigos por todos os lados, mas não sabem dar valor a esse magno privilégio, alheias ao fato de que a maioria não conta com essa bênção. Apostam na infelicidade e findam por, de fato, serem infelizes. Devemos ser pródigos em agradecimentos e parcimoniosos em reclamações. Caso contrário...Seremos rematados tolos de chutar nossa felicidade para um lugar em que jamais a conseguiremos alcançar.
Ninguém, em lugar algum, é feliz o tempo todo. Isso não existe. Sempre haverá uma preocupação, uma angústia, um contratempo, um desgosto qualquer, pequeno ou grande, para nos atormentar. Isso, contudo, não pode influir em nosso humor, não pelo menos por muito tempo. A felicidade é constituída de “momentos”, mais ou menos duradouros, de acordo com nossas ações e, também, da nossa percepção. Um deles, por exemplo, é quando passamos por um desses campinhos improvisados de futebol do bairro e uma bola sobra, redondinha, pererecando, para nós. Mesmo engravatados, com a pasta 007 à mão e os sapatos de cromo alemão tolhendo os movimentos, conseguimos dominá-la, fazer duas ou três embaixadas sem que ela nos escape ou caia no chão, e endereçá-la, certeiramente, de volta à molecada, sob aplausos admirados (ou mesmo galhofeiros, não importa) dos meninos. Nesses instantes, nos sentimos, secretamente, o próprio Ronaldinho Gaúcho a entortar os zagueiros adversários numa final da Copa da Uefa.
Outro momento de felicidade (pelo menos para mim) é quando passo o dia com meu neto e retorno, sem vergonha ou sem censura, à infância, revivendo, nele, os inocentes sonhos infantis que um dia acalentei. Outro, é quando de manhã, aos primeiros raios de sol, sigo em direção da padaria, para comprar leite e pão, com passo lento e preguiçoso, cumprimentando, à esquerda e à direita, vizinhos, conhecidos, amigos ou, principalmente, estranhos e recebo, em retribuição, um sorriso. Outro, ainda, é quando me dou conta de que praticamente cumpri com todas as obrigações que a vida me impôs, de que criei (e bem) meus quatro filhos, mas que ainda tenho saúde e disposição para usufruir as coisas boas que há no mundo. E há milhares e milhares de outros momentos, tantos que até me fogem da memória, em que sou grato por tudo o que tenho e pelo que sou, e em que estou em paz comigo mesmo.
Um dos desafios mais árduos e, no entanto, mais compensadores, é o de aprender a lidar com frustrações de toda a sorte em nosso cotidiano e evitar que elas se transformem em crônicos aborrecimentos. Para o bem da nossa saúde física e mental, e para o bem-estar dos que nos cercam e que conosco convivem, devemos manter sempre constante o nosso bom-humor, sem permitir que qualquer incidente, seja de que tamanho ou natureza for, o comprometa e arruíne. Devemos ter em mente a sábia observação do filósofo Ralph Waldo Emerson: “Para cada minuto que você se aborrece perde sessenta segundos de felicidade”. Não parece, mas se trata de perda irreparável. Há pessoas que perdem não apenas um minuto, mas horas sem fim, dias, meses, anos, quando não a vida toda, acalentando mágoas, chateações e desejos de vingança, abdicando da possibilidade de serem felizes. Vale a pena abrir mão de tanto por tão pouco? Claro que não!
Há um mundo a ser conquistado, que desafia o nosso talento e a nossa competência. Para isso, porém, o medo de se expor tem que ser, necessariamente, deixado de lado. Objetivos claros e definidos precisam ser traçados (e seguidos rigorosamente). O resto... Bem, o resto é colocarmos no empreendimento tudo de nós. É aliar ação à emoção, técnica ao sentimento, conhecimento ao amor pelo que se faz.
Há tempos, ouvi, de alguém, uma citação, cujo autor desconheço, e que nunca mais me saiu do pensamento, que diz: “Quando nascemos, todos ao nosso redor riem e apenas nós choramos. Vivamos uma vida de tal sorte que, ao morrermos, todos chorem nossa partida e somente nós possamos sorrir, com a certeza do dever cumprido”. Isto é o que entendo por “ser feliz”. O resto? Bem, o resto.não conta. Isto sim é viver com alegria e entusiasmo. Ou, simplesmente, é viver!

RECEITA PARA O (EU)

RECEITA PARA O (EU)

Às vezes você fica pensando em como certas pessoas são populares, vivem cercadas por outras. E lá no fundo nasce aquela pontinha de inveja, que você nem quer confessar. Talvez você quisesse saber o segredo para se ter amigos, estar de bem com a vida, despertar o coração de alguém.Mas você se acha desajeitado demais, ou feio demais, não gosta disso ou daquilo em você mesmo. Na verdade, você se conhece um pouco, mas não se aprova. E se você não se gosta, não há nenhuma razão para que gostem de você. Se você mesmo não quer ser seu amigo, por que outros iriam querer? Se você não se ama, por que outros te amariam? As pessoas reagem conosco segundo o reflexo que damos para elas. Se você é sempre sorridente, alegre, vai ter pessoas à sua volta; se é mal humorado, vão te olhar de lado e evitar sua companhia. E como uma bolinha de neve descendo a colina, a situação tende a tornar-se cada vez mais complicada.
O caso é que você está sempre querendo agradar os outros, não a você. Você busca aprovação exterior, quando você mesmo deveria aprovar-se.Aprenda, então, primeiro a amar-se. Apaixone-se por si, sem exageros, mas de amor sincero. Faça uma lista das coisas que você mais gosta em você e das coisas que não gosta. Realce aquilo que gosta. É importante. O que resta, questione-se sobre um jeito de mudar a situação, de maneira que você possa crescer em auto-conhecimento e auto-valorização.A opinião que temos de nós é muito importante. E, mesmo se dizem que não, a opinião que os outros têm de nós é importante também, mesmo se em menor escala. Mas atenção: uma opinião exagerada de si mesmo tanto num sentido como em outro é nociva. O equilíbrio é fundamental.
Sem interferir na sua personalidade, você pode mudar. Aprenda a ser uma pessoa bonita, sem buscar aprovação exterior, isso virá como conseqüêcia.Quando se arrumar, faça por você. Use cores que te vão bem, mude o corte de cabelo ou o penteado, pense na vida como uma caixinha de surpresas, não um abismo. Ponha um sorriso no rosto, mesmo quando estiver sozinho. Lembre-se sempre de coisas engraçadas ou bonitas, isso te dará um ar feliz. E felicidade de dentro traz beleza pra fora, pelos olhos, pelas atitudes, pelos gestos e até pelo falar.Cultive a serenidade, aprenda a paciência e a arte de saber ouvir. Fale um pouco menos e olhe mais nos olhos dos que falam com você, isso passa segurança. Quando não souber o que dizer, dê um abraço. Isso vale também.Procure fazer coisas que gosta. Faça-se prazer, presenteie-se de vez em quando.
Cuide de sua saúde física, mental, espiritual. Não cultive ressentimentos, eles são ervas daninhas e tornam as pessoas feias. Cultive mais a palavra perdoar. Ter estrelas no céu é bom e bonito, mas só vemos nas noites escuras. Traga, então, estrelas dentro do seu coração. Assim você poderá levá-las para todo lado e oferecê-las se seu coração pedir. Acredite em mim: todo mundo gosta de receber estrelas de presente. São as pequeninas coisas que conduzem nossa vida. E influenciam nosso ambiente. Sentir-se bem consigo é dar aos outros o presente de um nosso eu satisfeito. Todo mundo é beneficiado.Antes de dormir, sempre pense em algo bonito e deixe as preocupações para o dia seguinte. Dormir preocupado não resolve problemas, então melhor é dormir feliz.Ame-se! Por mais que seja difícil, ame-se! Um pouquinho mais a cada dia! Suba esse monte sem pressa, não desista do caminho. Você é um ser importante. Para si, para o mundo, para Deus.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Quando os nossos sonhos se acabam, Fica um vazio imenso,Uma vontade de parar,De desistir de tudo.É um período difícil, em que até os segundos são longos.Não conseguimos progredir,Falta vontade,Falta motivação.Nos fechamos para tudo e para todos como se nada importasse,nada tivesse algum valor.Vamos nos destruindo pouco a pouco.Porque será que muitas coisas em que acreditamos chega ao fim? Acreditamos na felicidade eterna e, muitas vezes, ela não passa de um pequeno tempo,Tempo suficiente para deixar uma saudade infinita.Até que um dia... Um novo sonho começa a dar o ar da sua graça, Vem chegando de mansinho... Tentando abrir os cadeados do coração.Estamos trancados, com um enorme medo de sofrer de novo,Mas mesmo assim, o novo sonho vem chegando.Trazendo na mala, tudo de novo.E como todo novo sonho, é regado de novidades que fascinam, mexendo com emoções adormecidas.Trazendo de volta, a emoção de viver amar, recomeçar!

NINHO DA ÁGUIA


NINHO DA ÁGUIA...



A águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho. Seu coração se acelerou com emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que sentiu a resistência dos filhotes a seus insistentes cutucões.Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair?Ela pensou.Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão estava prestes a se completar, restava ainda uma tarefa final: o empurrão.A águia encheu-se de coragem. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas não haverá propósito para a sua vida.Enquanto eles não aprenderem a voar não compreenderão o privilégio que é nascer águia. O empurrão era o menor presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor. E eles voaram!Às vezes, nas nossas vidas, as circunstâncias fazem o papel de águia. São elas que nos empurram para o abismo. E quem sabe não são elas, as próprias circunstâncias, que nos fazem descobrir o que temos. morrer de saudade e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo)! Mas vivi! E ainda vivo! Não passo pela vida... e você também não deveria passar! Viva!! Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é MUITO para ser insignificante. LIBERDADEDe uma forma geral, a palavra "liberdade" significa a condição de um indivíduo não ser submetido ao domínio de outro e, por isso, ter pleno poder sobre si mesmo e sobre seus atos.Essa página é voltada para as pessoas que GOSTAM de um compromisso mas AMAM sua liberdade.ENTREM, FESTEJEM SUA LIBERDADE, FESTEJEM A VIDA E A VOCÊ MESMO.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

FLOR E AMIZADE...


FLOR E AMIZADE.....


Quando nasce uma flor, ela recebe do sol a energia de que ela precisa, da água o oxigênio fundamental para sua sobrevivência e, claro, não poderíamos deixar de mencionar a terra de onde ela tira nutrientes que irão complementar tudo de que ela precisa para viver.Essa flor, com o passar do tempo, poderá permanecer bela, com vigor, exalando o perfume característico de sua espécie, se tudo o que ela precisar continuar ao seu redor, ao seu alcance. Quando vem a tempestade, ela irá lutar com as suas forças para continuar a sobreviver, pode até perder alguma pétala, mas ela é forte para seguir adiante até se recuperar, pois apesar de frágil, a vida, o instinto de sobrevivência fala mais alto e após essa experiência ela torna-se até mais mais forte do que antes.Na nossa vida dá-se o mesmo, nascemos, crescemos e passamos por diversas situações que às vezes não sabemos o porquê nem a razão do que nos acontece, mas sabemos que depois elas nos tornarão mais fortes para outros momentos adversos que voltarem a surgir em nosso caminho.A amizade é um bem precioso que surge na vida das pessoas quando menos se espera, tornando a nossa vida mais feliz.
Compartilhamos muitos momentos com os amigos, com alguns mais do que com outros, por afinidade, por confiança ou por força de circunstâncias.Da mesma forma que a flor, a amizade precisa de cuidados para continuar com a mesma força e intensidade, mas a distância, as adversidades, o corre-corre do dia-a-dia, o tempo, faz com que a amizade sofra certa perda, o que não significa que ela enfraqueça, apenas se modifique.Mas, com certeza, se ela for verdadeira e sincera, ela terá da mesma maneira que a flor, forças para se manter, e muitas vezes será até mais sólida porque nasce a saudade, um ingrediente a mais que vem para completar.