sexta-feira, 16 de março de 2012

A Cidade dos Resmungos



Amigos!!


Como é fácil reclamarmos de tudo, achar que nosso problema é sempre o maior.
No dia de hoje trago uma mensagem para que possamos refletir e muitas vezes parar de resmungar.


Reflitam!!


Era uma vez um lugar chamado Cidade dos Resmungos, onde todos resmungavam, resmungavam, resmungavam.
No verão, resmungavam que estava muito quente.
No inverno, que estava muito frio.
Quando chovia, as crianças choramingavam porque não podiam sair.
Quando fazia sol, reclamavam que não tinham o que fazer.
Os vizinhos queixavam-se uns dos outros, os pais queixavam-se dos filhos, os irmãos das irmãs.
Todos tinham um problema, e todos reclamavam que alguém deveria fazer alguma coisa.
Um dia chegou à cidade um mascate carregando um enorme cesto às costas.
Ao perceber toda aquela inquietação e choradeira, pôs o cesto no chão e gritou:
- Ó cidadãos deste belo lugar ! Os campos estão abarrotados de trigo, os pomares carregados de frutas.
As cordilheiras estão cobertas de florestas espessas, e os vales banhados por rios profundos.
Jamais vi um lugar abençoado por tantas conveniências e tamanha abundância.
Por que tanta insatisfação ?
Aproximem-se, e eu lhes mostrarei o caminho para a felicidade.
Ora, a camisa do mascate estava rasgada e puída.
Havia remendos nas calças e buracos nos sapatos.
As pessoas riram que alguém como ele pudesse mostrar-lhes como ser feliz. Mas enquanto riam, ele puxou uma corda comprida do cesto e a esticou entre os dois postes na praça da cidade.
Então segurando o cesto diante de si, gritou :
- Povo desta cidade ! Aqueles que estiverem insatisfeitos escrevam seus problemas num pedaço de papel e ponham dentro deste cesto.
Trocarei seus problemas por felicidade !
A multidão se aglomerou ao seu redor.
Ninguém hesitou diante da chance de se livrar dos problemas.
Todo homem, mulher e criança da vila rabiscou sua queixa num pedaço de papel e jogou no cesto.
Eles observaram o mascate pegar cada problema e pendurá-lo na corda.
Quando ele terminou, havia problemas tremulando em cada polegada da corda, de um extremo a outro.
Então ele disse :
Agora cada um de vocês deve retirar desta linha mágica o menor problema que puder encontrar.
Todos correram para examinar os problemas.
Procuraram, manusearam os pedaços de papel e ponderaram, cada qual tentando escolher o menor problema.
Depois de algum tempo a corda estava vazia.
Eis que cada um segurava o mesmíssimo problema que havia colocado no cesto. Cada pessoa havia escolhido os seu próprio problema, julgando ser ele o menor da corda.
Daí por diante, o povo daquela cidade deixou de resmungar o tempo todo.
E sempre que alguém sentia o desejo de resmungar ou reclamar, pensava no mascate e na sua corda mágica.
Queridos amigos!! Muitas vezes precisamos ver que o problema dos outros é muito maior. Reclamar, resmungar não vai ajudar em nada. Vejamos tudo de bom que temos e tiremos forças nisso para superar nossos problemas. Problemas sempre existirão, mas não podemos fazer deles a lamentação de nossas vidas.






Um forte abraço!!

Coisas que a vida ensina depois dos 40

Coisas que a vida ensina depois dos 40


Há coisas na vida em que nós só aprendemos com o passar do tempo, quando amadurecemos e passamos a olhar diferente...

Reflitam!!

Amor não se implora, não se pede não se espera...

Amor se vive ou não.

Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.

Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para

mostrar ao homem o que é fidelidade.

Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.

As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.

Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.

Água é um santo remédio.

Deus inventou o choro para o homem não explodir.

Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.

Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.

A criatividade caminha junto com a falta de grana.

Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.

Amigos de verdade nunca te abandonam.

O carinho é a melhor arma contra o ódio.

As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.

Há poesia em toda a criação divina.

Deus é o maior poeta de todos os tempos.

A música é a sobremesa da vida.

Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.

Filhos são presentes raros.

De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças a cerca de suas ações.

Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que

abrem portas para uma vida melhor

O amor... Ah, o amor...

O amor quebra barreiras, une facções,

destrói preconceitos,

cura doenças...

Não há vida decente sem amor!

E é certo, quem ama, é muito amado.

E vive a vida mais alegremente...

Artur da Távola

Queridos Amigos!!


O que permanece são as lembranças de suas ações, boas ou ruins... Aproveite a vida, aprenda com o tempo, permita-se mudar quando necessário, sempre para melhor! E lembre-se exercite o amor pelo próximo sempre!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

"Existem pessoas q acostumam-se c/ seus próprios erros, e em pouco

tempo confundem seus defeitos c/ virtudes."

"Conhecimento sem transformação não é Sabedoria."

"O caminho da sabedoria é não ter medo de errar."

"Deus está onde o deixam entrar e sempre dá uma 2ª chance na vida."

"Julgar-se pior q os outros é um dos + violentos atos de
orgulho - porque é usar a maneira + destrutiva possível de ser diferente."


"A palavra é um dos meios favoritos de Deus se manifestar, de agir, porque
a palavra é o pensamento transformado em vibração; vc está colocando no ar a
sua volta aquilo q antes era apenas energia.”


"Existem momentos na vida que a única alternativa possível é perder o controle.” “Nunca podemos julgar a vida dos outros, porque cada um sabe da sua própria dor e renúncia.”


Tudo o q é novo incomoda. A vida nos pega desprevenidos e nos obriga a
caminhar p/o desconhecido mesmo qdo ñ queremos ou qdo ñ precisamos."


"O 1º sintoma de que estamos matando nossos sonhos é a falta de tempo. As pessoas + ocupadas têm tempo p/ tudo
Reflexão...



Cinco Bolas


Imaginem a vida como um jogo, no qual vocês fazem malabarismo com cinco bolas que lançam ao ar.
Essas bolas são: o trabalho, a família, a saúde, os amigos e o espírito.
O trabalho é uma bola de borracha. Se cair, bate no chão e pula para
cima. Mas as quatro outras são de vidro. Se caírem no chão, quebrarão e
ficarão permanentemente danificadas.
Entendam isso e busquem o equilíbrio na vida. Como?


* Não diminuam o seu próprio valor, comparando-se com outras pessoas. Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial.


* Não fixem os seus objetivos com base no que os outros acham importante.
Só vocês estão em condições de escolher o que é melhor para vocês
próprios.


* Dêem valor e respeitem as coisas mais queridas aos seus
corações. Apeguem-se a elas Como a própria vida. Sem elas a vida carece
de sentido.

* Não temam admitir que não são perfeitos. Não temam enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes.


* Não excluam o amor de suas vidas dizendo que não se pode encontrá-lo.


A melhor forma de receber amor é dá-lo. A forma mais rápida de ficar sem
amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de manter o amor
é dar-lhe asas.


* Não corram tanto pela vida a ponto de esquecerem onde estiveram e para onde vão.


* Não tenham medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega facilmente.


* Não usem imprudentemente o tempo ou as palavras. Não se podem
recuperar. A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser
desfrutada a cada passo.

Lembrem-se: Ontem foi historia. Amanhã é mistério e Hoje é uma dádiva. Por isso se chama presente.

O valor do tempo

O valor do tempo



Para você perceber o valor de um ano,
pergunte a um estudante que repetiu o ano.
Para perceber o valor de um mês, pergunte a
uma mãe que teve o bebê prematuramente.
Para você perceber o valor de uma semana,
pergunte a um editor de jornal.
Para saber o valor de uma hora, pergunte aos
filhos q estão esperando os pais.
Para saber o valor de um minuto, pergunte a
uma pessoa que perdeu o avião.
Para saber o valor de um segundo, pergunte a
quem conseguiu evitar um acidente.
Para perceber o valor de um milésimo de
segundo, pergunte a quem ganhou medalha de prata numa olimpíada.
Valorize cada momento c/ alguém especial para
gastar seu tempo junto com você.
Lembre-se, o tempo não espera ninguém. Ontem é
história. Amanhã é mistério. Hoje é dádiva. Por isso é chamado de presente!
Presente
de Divino!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Ensinando o cavalo a voar

Ensinando o cavalo a voar





Um velho rei da Índia condenou um homem à forca.
Assim que terminou o julgamento, o condenado pediu:
“Vossa Majestade é um homem sábio, e curioso com tudo que os seus súditos conseguem fazer. Respeita os gurus, os sábios, os encantadores de serpentes, os faquires. Pois bem: quando eu era criança, meu avô me transmitiu a técnica de fazer um cavalo branco voar. Não existe mais ninguém neste reino que saiba isto, de modo que minha vida deve ser poupada”.
O rei imediatamente mandou trazer um cavalo branco.
“Preciso ficar dois anos com este animal”, disse o condenado.
“Você terá mais dois anos”, respondeu o rei, a esta altura meio desconfiado. “Mas se este cavalo não aprender a voar, será enforcado”.
O homem saiu dali com o cavalo, feliz da vida. Ao chegar em casa, encontrou toda a sua família em prantos.
“Você está louco?”, gritavam todos. “Desde quando alguém desta casa sabe como fazer um cavalo voar?”
“Não se preocupem, porque a preocupação nunca ajudou ninguém a resolver seus problemas”, respondeu ele. “E eu não tenho nada a perder, será que vocês não entendem? Primeiro nunca alguém tentou ensinar um cavalo a voar, e pode ser que ele aprenda. Segundo, o rei está muito velho, e pode morrer neste dois anos. Terceiro, o animal também pode morrer, e eu conseguirei mais dois anos para treinar um novo cavalo. Isso sem contar a possibilidade de revoluções, golpes de estado, anistias gerais. Finalmente, se tudo continuar como está, eu ganhei dois anos de vida, onde posso fazer tudo o que tenho vontade: vocês acham pouco?”


Paulo Coelho







A DESPEDIDA DO AMOR




A DESPEDIDA DO AMOR


Martha Medeiros

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que
se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de
rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão
embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de
virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa,
começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que
sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar
livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...Na
verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É
que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo
não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que
foi vivida... Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à
qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a
ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo
que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na
gente, e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor
mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do
que a "dor-de-cotovelo" propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos
colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que
terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também
sair de dentro da gente...
E só então a gente poderá amar, de novo.

TERAPIA DO ELOGIO



TERAPIA DO ELOGIO


Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente
pesquisa onde nota-se que os membros das famílias brasileiras estão cada
vez mais frios, não existe mais carinho, não valorizam mais as qualidades,
só se ouvem críticas. As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se
desgastam valorizando os defeitos dos outros. Por isso, os relacionamentos
de hoje não duram.
A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e
alta renda. Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa,
não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais
pais e filhos se elogiando, amigos, etc.
Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a
imagem para ganhar dinheiro e que, por conseqüência são pessoas que tem a
obrigação de cuidar do corpo, do rosto.
Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias. A falta de diálogo
em seus lares, o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que
sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios. Acabam com seus
casamentos, acabam procurando em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.
Vamos começar a valorizar nossas famílias, amigos, alunos,subordinados. Vamos
elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos
parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos.
Vamos observar o que as pessoas gostam. O bom profissional gosta de ser
reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe
gostam de ser reconhecidos, o bom amigo, a boa dona de casa, a mulher que
se cuida, o homem que se cuida, enfim vivemos numa sociedade em que um
precisa do outro, é impossível um homem viver sozinho, e os elogios são a
motivação na vida de qualquer pessoa.
Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje elogiando de alguma forma?
Então elogie alguém hoje!
Eu começo!!

Você é muito especial e com certeza o mundo

é mais bonito por causa de você!

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Nada é por acaso, pois nem o destino é perfeito



Nada é por acaso, pois nem o destino é perfeito


"Se as coisas fossem perfeitas, não existiriam lições de vida, não haveriam arrependimentos e nem descobertas. Se tudo fosse perfeito, mãos não se uniriam e sonhos não seriam valorizados. Se tudo fosse perfeito, olhares não se completariam e gestos passariam despercebidos. Se tudo fosse perfeito, as lágrimas não existiriam, as palavras seriam perfeitas. Se tudo fosse perfeito, eu pularia no abismo sem medo da morte, pois asas eu ganharia. Se tudo fosse perfeito, eu atravessaria o oceano sem medo de ser levado pelas ondas, sem receios de me perder em suas profundezas. Se tudo fosse perfeito, dores não existiriam e a cura não seria procurada. Nada é por acaso, pois nem o destino é perfeito!"

Demore um pouco para continuar..


Demore um pouco para continuar..


Deixe-me terminar a colcha que estou bordando

Cada dia um pedaço da minha vida, de nossas vidas....

Tenho receio de não poder terminá-la do jeito que quero...

São muitos desenhos, uns pequenos, outros grandes, mas

Todos de igual maneira importantes...

O mais difícil realmente são os acabamentos,

De tantos momentos,

Tristes, alegres, decepcionantes, emocionantes,

Vou emendando devagarinho, com carinho

Cada detalhe, cada foto, terá lugar para tudo,

E quando eu não conseguir mais bordá-la deixarei de herança,

Para quem quiser continuar,

Esta imensa colcha que não desejo terminar....

Alegoria das Ferramentas



muito tempo atrás, em uma carpintaria, quando todo o trabalho havia
acabado, as ferramentas começaram a conversar entre si. Elas discutiam
para saber qual delas era a mais importante para o carpinteiro.
O Sr. Martelo começou: -
Certamente que sou Eu o mais importante para o carpinteiro! Sem mim os
movéis não ficaram de pé! Pois eu tenho que martelar os pregos!
O Sr. Serrote logo quis dar a sua opnião: -
Você, Sr. Martelo? Você não pode ser! Seu barrulho é horrível! É
ensurdecedor ficar ouvindo toc,toc,toc... O mais importante sou Eu! O
serrote! Sem mim como o carpinteiro serraria a madeira? Eu sou o melhor!
- Não, não, não! - Falou a Dona Lixa - Eu sim sou a melhor! Se não
fosse Eu os movéis não seriam tão lisinhos e perfeitos! Eu sou a mais importante!
- Ah! Mas não é mesmo! - Disse a Dona Plaina - Eu é quem
deixo tudo retinho, e tiro as imperfeições da madeira. Eu sim sou a indispensável...
- Tsc,tsc,tsc... Nada disso. - Disse a Dona Chave de
Fenda - Se não fosse Eu como o carpinteiro iria apertar os parafusos?
EU sim sou a melhor!
- Ah, não! Que absurdo! - Disse o Sr. Esquadrado
- Eu sou o mais importante! Sem mim os movéis ficariam tortos! O
carpinteiro nem saberia a medida. Eu sou o mais importante!
As ferramentas ficaram discutindo até o dia amanhecer.
O carpinteiro chegou para trabalhar, colocou sobre a mesa a planta de um movél e começou a trabalhar!
Ele usou todas as ferramentas, usou o serrote, o martelo, o esquadro, a
lixa, a plaina, os pregos, o martelo, a chave de fenda, a cola, o verniz
para deixar o movél brilhando....
Enfim ele acabou. Chegou o fim do dia, o carpinteiro estava cansado mais feliz com o que tinha feito!
Seu trabalho com as ferramentas tinha ficado ótimo!
Ocarpinteiro foi para casa. Enfim as ferramentas voltaram a conversar.
Só que agora elas ficaram admirando o que tinham feito todas juntas e o
carpinteiro. Sabe o que elas fizeram? Um púlpito de uma igreja e tinha
ficado lindo!
Elas chegaram a uma conclusão: Todas eram importantes
aos olhos do carpinteiro. Ele usou todas! Sem exceção de nenhuma! E o
movél tinha ficado lindo!
Elas descobriram que quando todas trabalham juntas tudo anda melhor!!!

Cada um de nós tem um valor importante no reino e na obra de DEUS. É ele
quem nós usa e capacita para fazermos a sua obra. Cabe a nós como
ferramentas nos deixar ser usados.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Momentos da vida

 Momentos da vida


Ás vezes aparecem em nossas vidas, Momentos difíceis.

Momentos que tiram as nossas forças, junto de nossa coragem.

Parecem ser momentos muito fortes, momentos incombatíveis.

E muitas vezes nós nos deixamos vencer por estes momentos.

Poucas pessoas sabem que o coração do ser humano guarda

segredos, Um de seus segredos é uma força que combate

qualquer momento.

Essa força se chama FÉ!

Ela é imensamente forte.

Ela é a certeza e o sorriso junto da paz.

Ela é o alimento da alma, o alimento que nos dá força e quando

alguém descobre esse segredo que é a FÉ, ela a cultiva, e faz

brotar a Felicidade.

Daí pela frente essa FÉ descoberta, percorre pela veias e enfim

é vivida.

Faça de cada lágrima de dor, uma gotinha de coragem em busca

pela felicidade!

E tenha sempre em mente o Amor de Deus.

Deus mora em sua vida não tenha dúvidas, Confie Nele!

Ele não coloca desafios que você não possa enfrentar.

Ele coloca desafios para que você cresça no amor e na vontade de

viver.



(P.M.)

Dia de luz



Dia de luz


O despertador toca e você acorda. Abre os olhos e torna a contemplar as mesmas cenas do ontem.
Pela sua mente ágil, as dores sofridas passam em cenário cinematográfico.
Você sente o corpo dolorido e cansado. Na boca, o gosto da amargura, que como fel, lhe fere o paladar.
Novo dia... Contudo, embora a noite de sono, não serão novas as lutas.
Os problemas financeiros não se solucionaram no intervalo de algumas horas. A enfermidade que se abateu em seu lar não partiu. Ao contrário, você a sente mais presente do que nunca, nos gemidos que já lhe chegam aos ouvidos.
Há que erguer-se do leito e retornar às lutas. A mesma luta.
Você sente desânimo e pensa: Por que Deus não me tirou a vida, enquanto dormia? Sinto-me exausto.
Não desejo mais sofrer, nem lutar.
No entanto, os minutos correm céleres e é preciso retomar as atividades.
Entre a tristeza e o desalento, você se ergue e abre a janela.
Neste instante, o sol lhe bate em cheio na face e ilumina o seu quarto.
Faz-se luz e a luz espanca as trevas.
É novo dia! - Informa-lhe o sol.
Há alegrias no ar! - Cantam os pássaros.
A brisa da manhã o envolve e a natureza toda o convida a reformular suas disposições íntimas.
Pare um instante. Encha os seus pulmões com o ar renovado da manhã. Respire profundamente.
Contemple o azul do céu e dirija ao Criador a sua prece.
Prece de gratidão por mais um dia no corpo. Em vez de rogar a Deus que lhe tire a vida, rogue-Lhe forças para o combate.
É dia novo. Você não pode imaginar o que a Divindade lhe reservou para hoje.
Pense em quantas pessoas almejariam estar em seu lugar, agora.
Enfermidade, dor, desemprego são problemas a serem administrados e equacionados, ao longo da existência.
Recorde que a Divindade lhe providenciou um dia de luz para você treinar, outra vez, disciplina, paciência, perdão.
Não perca a oportunidade. Não jogue fora as chances de crescimento e resgate.
E hoje, enquanto você sofre, luta e espera, alegre-se com os sons da vida, com o sorriso das crianças, com o colorido da Natureza que o Pai Criador dispôs especialmente para você.
Sorria. As lutas poderão ser semelhantes, mas não idênticas.
Porque dia como este nunca houve e não haverá outra vez.
Deus não se repete. Detenha-se a descobrir detalhes e observe a riqueza que o circunda.
Amigos, colegas, brincadeiras, abraços.
Nada será igual ao que já foi.
Desfrute deste dia integralmente, porque dia igual a este só se vive uma vez.
Cada dia é bênção nova. Cada minuto é oportunidade espontânea de crescimento.


Pense nisso!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

A caverna mágica

A caverna mágica


- Frances Jenkins Olcott
Era uma vez uma mulher que morava numa casinha modesta ao pé de uma montanha onde havia uma grande floresta.
Tinha um filho a quem amava muito.
No solstício de verão, a mulher levou o filho para colher os morangos maravilhosos que havia na floresta.
Subiram a montanha e chegaram a um lugar coberto dos morangos maiores, mais vermelhos e mais saborosos que já tinham visto.
Colheram quantos puderam.
Mas tão logo a mulher encheu a cesta, viu abrir a porta de uma gande caverna diante dela.
Enormes pilhas de ouro brilhavam no chão, e três virgens brancas guardavam o tesouro.
- Entre, boa mulher - disseram as virgens brancas. - Leve quanto ouro puder pegar de uma só vez.
A mulher entrou na caverna e, segurando o filho pela mão, pegou um punhado de moedas de ouro e pôs no avental.
Mas o toque do ouro despertou uma enorme cobiça e, esquecendo o filho, pegou mais dois punhados de moedas e saiu correndo da caverna.
No mesmo instante ouviu um estrondo atrás dela e uma voz trovejou:
- Mulher infeliz! Perdeu o seu filho até o próximo solstício de verão!
A porta da caverna se fechou e a criança ficou presa lá dentro.
A pobre mulher torceu as mãos desesperada, chorou e implorou, mas não adiantou, e ela foi para casa sem o filho.
Voltou todos os dias ao lugar, mas a porta nunca mais se abriu e ela não conseguiu mais encontrar a caverna.
No ano seguinte, no solstício de verão, ela acordou bem cedo e foi correndo ao lugar.
Ao chegar encontrou a porta aberta.
As pilhas de ouro brilhavam no chão e as três virgens guardavam o tesouro.
Ao lado delas estava o menino com uma maçã vermelha na mão.
- Entre, boa mulher - as três virgens convidaram.
- Leve quanto ouro puder pegar de uma só vez.
A mulher entrou na caverna e, sem sequer olhar para o ouro, agarrou o filho e tomou-o nos braços. - Boa mulher - disseram as três virgens, - leve o menino para casa.
Nós o devolvemos a você, pois agora seu amor é maior que a cobiça.
A mulher voltou para casa com o menino e o amou mais que o ouro pelo resto da vida.

Do livro: O Livro das Virtudes II - O compasso moral

sábado, 15 de outubro de 2011

A palavra da inocência

A palavra da inocência


Quase sempre acreditamos que as crianças não entendem o que acontece ao seu redor. Tomamos decisões, inclusive a respeito de suas próprias vidas, sem nos importar com seus sentimentos.
Assim acontece nas separações conjugais, em que se decide com quem ficarão os filhos. Assim é quando se decide mudar de residência e até mesmo quando se opta por transferi-los de uma para outra escola.
No entanto, as crianças estão atentas e percebem os acontecimentos muito mais do que possamos imaginar.
A jornalista Xinran que, apesar do regime de opressão e abandono que viveu na China, manteve um programa de rádio, em Nanquim, conta uma história singular, em seu livro: As boas mulheres da China.
Havia uma jovem que se casou com um rapaz muito culto e de projeção política na China. Durante três anos, pelo seu status, ele foi estudar em Moscou.
Ela viveu anos de felicidade ao seu lado. Um casamento que foi abençoado com dois filhos. Era uma mulher de sorte, comentava-se.
Então, exatamente no momento em que o casal se alegrava com o nascimento do segundo filho, o marido teve um ataque cardíaco e morreu, repentinamente.
No final do ano seguinte, o filho mais novo morreu de escarlatina.
Com o sofrimento causado pela morte do marido e do filho, ela perdeu a coragem de viver.
Um dia, pegou o filho que restava e seguiu para a margem do rio Yang-Tsé. Seu intuito era se unir ao marido e ao bebê na outra vida.
Parada à beira do rio, ela se preparava para se despedir da vida, quando o filho perguntou, inocentemente:
Nós vamos ver o papai?
Ela levou um choque. Como é que uma criança de cinco anos podia saber o que ela pretendia fazer?
E perguntou: O que é que você acha?
Ele respondeu: É claro que vamos ver o papai! Mas eu não trouxe o meu carrinho de brinquedo para mostrar para ele!
Ela começou a chorar. Nada mais perguntou. Deu-se conta de que ele sabia muito bem o que ela pretendia.
Compreendia que o pai não estava no mesmo mundo que eles, embora não fizesse uma distinção muito clara entre a vida e a morte.
As lágrimas reavivaram nela o instinto materno e o senso de dever.
Tomou o filho no colo e, deixando a correnteza do rio levar a sua fraqueza, retornou para sua casa.
A mensagem de suicida que tinha escrito foi destruída.
Enquanto fazia o caminho de volta ao lar, o menino tornou a perguntar:
E então, não vamos ver o papai?
Procurando engolir o pranto, ela respondeu:
O papai está muito longe. Você é pequeno demais para ir até lá. A mamãe vai ajudá-lo a crescer, para que você possa levar para ele mais coisas. E coisas muito melhores.
Depois disso, ela fez tudo o que uma mãe sozinha pode fazer para dar ao filho o melhor.

* * *
As crianças não são tolas. E muito mais do que possamos imaginar permanecem atentas, em especial a tudo que lhes diga respeito.
Percebem os desentendimentos conjugais, as dificuldades domésticas, a ponto de ficar enfermas.
Por tudo isso, preste mais atenção ao seu filho. E, sobretudo, fale com ele sobre as dificuldades e sobre as soluções possíveis.
Não o deixe crescer ansioso e triste. Ajude-o a viver no mundo, seguro e firme.

Dê mais às pessoas

Dê mais às pessoas, MAIS do que elas esperam, e faça com alegria.



· Decore seu poema favorito.
· Não acredite em tudo que você ouve, gaste tudo o que você tem e durma tanto quanto você queira.
· Quando disser "Eu te amo" olhe as pessoas nos olhos.
· Fique noivo pelo menos seis meses antes de se casar.
· Acredite em amor à primeira vista.
· Nunca ria dos sonhos de outras pessoas.
· Ame profundamente e com paixão.
· Você pode se machucar, mas é a única forma de viver a vida completamente.
· Em desentendimento, brigue de forma justa, não use palavrões.
· Não julgue as pessoas pelo seus parentes.
· Fale devagar mas pense com rapidez.
· Quando alguém perguntar algo que você não quer responder, sorria e pergunte: "Porque você quer saber?".
· Lembre-se que grandes amores e grandes conquistas envolvem riscos.
· Ligue para sua mãe.
· Diga "saúde" quando alguém espirrar.
· Quando você se deu conta que cometeu um erro, tome as atitudes necessárias.
· Quando você perder, não perca a lição.
· Lembre-se dos três Rs: Respeito por si próprio, respeito ao próximo e responsabilidade pelas ações.
· Não deixe uma pequena disputa ferir uma grande amizade.
· Sorria ao atender o telefone, a pessoa que estiver chamando ouvirá isso em sua voz.
·Case com alguém que você goste de conversar. Ao envelhecerem suas
aptidões de conversação serão tão importantes quanto qualquer outra.
· Passe mais tempo sozinho.
· Abra seus braços para as mudanças, mas não abra mão de seus valores.
· Lembre-se de que o silêncio, às vezes, é a melhor resposta.
· Leia mais livros e assista menos TV.
· Viva uma vida boa e honrada. Assim, quando você ficar mais velho e olhar para trás, você poderá aproveitá-la mais uma vez.
· Confie em Deus, mas tranque o carro.
· Uma atmosfera de amor em sua casa é muito importante. Faça tudo que puder para criar um lar tranquilo e com harmonia.
· Em desentendimento com entes queridos, enfoque a situação atual.
· Não fale do passado.
· Leia o que está nas entrelinhas.
· Reparta o seu conhecimento. É uma forma de alcançar a imortalidade.
· Seja gentil com o planeta.
· Reze. Há um poder incomensurável nisso.
· Nunca interrompa enquanto estiver sendo elogiado.
· Cuide da sua própria vida.
· Não confie em alguém que não fecha os olhos enquanto beija.
· Uma vez por ano, vá a algum lugar onde nunca esteve antes.
·Se você ganhar muito dinheiro, coloque-o a serviço de ajudar os outros,
enquanto você for vivo. Esta é a maior satisfação de riqueza.
· Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele em que o amor de um pelo outro é maior do que a necessidade de um pelo outro.
· Julgue seu sucesso pelas coisas que você teve que renunciar para conseguir.
· Lembre-se de que seu caráter é seu destino.
· Usufrua o amor e a culinária com abandono total.
Dalai Lama





O PEDREIRO E O CASTELO

O PEDREIRO E O CASTELO


Conheci um Pedreiro que dedicava sua vida a realizar seu maior sonho: ele queria construir um Castelo.
Mas ele trabalhava sozinho, seus recursos eram poucos, e havia dias em que ele nem conseguia avançar na Obra, mas ele persistia em sua tarefa ano após ano, até que o tempo de seus dias chegou ao fim, e eram muitos os que lamentavam o fato de ele nunca ter realizado seu sonho de terminar o Castelo, ao que ele retrucou com um leve sorriso em seu leito de morte: enganam-se todos, dizia ele. Me senti extremamente feliz e realizado todos os dias, ao assentar cada pequeno tijolo!
Atentai, pois, nestas palavras:
Teus sonhos não são construídos no futuro, mas no presente;
Haverão problemas e dificuldades, mas também haverão vitórias;
Aproveite, portanto, cada momento, caminhando e construindo
por que a Felicidade não está no fim, mas no caminho.

Augusto Branco

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Amor conjugal

Amor conjugal


O grande rei dos persas, Ciro, durante uma de suas campanhas guerreiras, dominou o exército da Líbia e aprisionou um príncipe.
Levado
à presença do conquistador ajoelhou-se perante ele o príncipe, e assim
também os seus filhos e sua esposa. Os soldados vencedores, os generais
da batalha, ministros e toda uma corte se juntaram para tomar
conhecimento da sentença real.
O rei persa coçou o queixo,
olhou longamente para aquela família à sua frente, à espera de sua
decisão e perguntou ao nobre pai de família:
Se eu te disser que te concederei a liberdade, o que poderias me oferecer em troca?
Rapidamente respondeu o prisioneiro:
Metade do meu reino.
Ciro continuou, paciente, a interrogar:
E se eu te oferecer a liberdade dos teus filhos, que me darás?
Ainda rápido, tornou a responder: A outra metade do meu reino.
Calmo, o conquistador lhe lançou a terceira pergunta:
E o que me darás, então, em troca da vida de tua esposa?
O
príncipe sentiu o coração pulsar rapidamente no peito, parecendo
arrebentar a musculatura. O sangue lhe subiu ao rosto, as pernas
fraquejaram.
Reconhecia que, no anseio da liberdade dos seus,
tinha oferecido tudo, sem se recordar da companheira de tantos anos, sua
esposa e mãe dos seus filhos.
Foi só um momento mas, para
todos, pareceu uma eternidade. Um sussurro crescente tomou conta do
ambiente, pois cada qual ficou a imaginar o que faria agora o vencido.
Após aquele momento fugaz, ele tornou a erguer a cabeça e com voz firme, clara, que ressoou em todo o salão, disse:
Alteza, entrego a mim mesmo pela liberdade de minha esposa.
O grande rei ficou surpreso com a resposta e decidiu conceder a liberdade para toda a família.
De
retorno para casa, o príncipe tomou da mão da esposa, beijou-a com
carinho e lhe perguntou se ela havia observado como era serena e altiva a
fisionomia do monarca persa.
Não, disse ela. Não observei.
Durante todo o tempo os meus olhos ficaram fixos naquele que estava
disposto a dar a sua própria vida pela minha liberdade.

* * *
Para quem ama, não há limites na doação. Quando dois seres se amam
verdadeiramente dão origem a outras vidas e as alimentam, enquanto eles
mesmos um ao outro sustentam, na jornada dos dissabores e das lutas.
O
amor conjugal é, dentre as formas de amor, um dos exercícios do amor
que requer respeito, paciência e dedicação. Solidifica-se através dos
anos. E tanto mais se aprofunda quanto mais intensas se fazem as lutas e
as conquistas de vitórias.
Para os que se amam profundamente não há lutas impossíveis, não existem batalhas que não possam ser vencidas.

* * *
Carne de minha carne e ossos de meus ossos,assim não serão mais dois,mais um só.
O homem somente atinge a plenitude quando ama. Enquanto procura ser amado, sofre.
Portanto, quando Deus está no centro do casamento nos dias de hoje, também vai haver paz e felicidade
Sem Deus, uma união duradoura não é possível.
O que é essencial é amar, sem solicitação.

QUE A PAZ ESTEJA EM SEU LAR SEMPRE !

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Controlar as emoções...

Controlar as emoções...



Como é difícil conter as emoções qdo vivemos situações que provocam o nosso desequilíbrio. Como é mais difícil praticar a paciência com aqueles que mais convivem conosco, dentro dos nossos lares.
É quase um desabafo compartilhado com vc's sobre as nossas espectativas em relação aos nossos familiares. Queremos carinho, atenção, reconhecimento, pelo menos daquelas pessoas que sabem das nossas dificuldades mais íntimas. E quando não encontramos ? O que fazer ? Como carregar as nossas "baterias" para o dia seguinte, se ao chegar em casa, lá se vai a pouca reserva que tínhamos ???
Não há uma "fórmula" exata, há uma opção de vida: sintonizar em Amor.
Eu sei que falar é muito fácil e talvez eu não estivesse escrevendo aqui se minha vida familiar fosse um paraíso. Mas justamente por ela ser um desafio, justamente porque já me desequilibrei tantas vezes pelas minhas expectativas frustradas é que hj compartilho com vc's.
Desesperar, lamentar, brigar, de nada adiantam em momento algum. Mas como foi bom, todas as vezes em que, mesmo triste, consegui esperar pelo dia seguinte para abordar o que me chateou e consegui refletir junto com o meu "travesseiro", tudo o que eu mesma tinha permitido até que aquela situação chegasse naquele ponto. Como foi bom respirar e as vezes até chorar, mas chorar comigo mesma, enfrentando os meus limites e as minhas acomodações... Acalmando as minhas emoções, pude observar que quem me chateava estava numa outra "posição" da vida e mesmo aparentemente sem forças, eu tinha que me reconstruir e ajudar aquela pessoa naquele momento, até poder tomar outras decisões depois.
É isso amigos, mesmo provocados, decepcionados, ansiosos ou preocupados, ainda podemos dar mais de nós mesmos.
Saber praticar com amor, para poder pedir Amor, sempre com equilíbrio.

A paz interior

A paz interior


A paz interior é esse caminho que queremos todos atravessar. É essa senda
onde as culpas ficaram para trás, o sentimento de dever cumprido fica
presente e o arco-íris aponta para o infinito. Buscamos todos, com
vontade, força, verdadeira luta.
Somos, talvez, um pouco
desajeitados nessa nossa busca. Queremos sim, com a força do nosso
coração e da nossa alma, mas tropeçamos sempre nesses sentimentos
humanos que nos fazem, se não iguais a todo mundo, bem parecidos.
Acumulamos os restos do dia, nos esquecemos de varrer a casa da alma a cada noite
para o repouso tranqüilo e reparador para o novo recomeço na manhã seguinte.
Temos dificuldade em perdoar, esquecer, passar por cima
e ir em frente. E a alma se inquieta, a paz tarda a chegar porque
colocamos, nós mesmos, impedimentos. Achamos que dar o braço a torcer e
seguir em frente seria nos curvar e somos por demais orgulhosos para
isso. Optamos, então, por buscar a paz de outras maneiras.
Outras maneiras... como se existissem...
Não haverá paz no mundo
enquanto ela não começar no coração do homem.
Enquanto esse mesmo homem não começar a tirar de si as pedrinhas que incomodam a si e aos outros e não pensar na felicidade alheia como um objetivo tão importante como a  felicidade própria.
 Não haverá paz interior enquanto o exterior
estiver em guerra, enquanto não compreendermos que somos o sal da terra e
que se nossa luz não brilhar todos os caminhos serão escuros.
A paz interior não está no alto ou em baixo, nos mares ou nas montanhas e
nem mesmo nas maravilhosas flores que tanto nos fascinam.
A paz interior começa onde começa nossa compreensão de que nada somos se de
nós não damos. Se não a encontramos, é porque buscamos errado. Ela não
começa do lado de fora, ela começa e se termina em nós.

Letícia Thompson